sexta-feira, 30/10/2026

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Engenheiro ferido em ato de apoio a Lula no litoral é levado para hospital em São Paulo

Um ato de violência chocou a cidade de Santos no último final de semana, quando o engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, foi agredido e roubado por um grupo de pelo…

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Um ato de violência chocou a cidade de Santos no último final de semana, quando o engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, foi agredido e roubado por um grupo de pelo menos sete homens. O incidente ocorreu após ele ter se afastado de uma apresentação da Banda Esquerdantina, que apoiava a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Marcelo foi encontrado desacordado e, devido à gravidade de suas lesões, está internado na UTI do Hospital São Paulo, em estado crítico.

A agressão aconteceu na madrugada do dia 24 de setembro, quando o engenheiro se distanciou do evento para ir ao banheiro e não retornou. As câmeras de segurança registraram o momento em que ele foi abordado por dois homens, que logo foram seguidos por outros cinco. O que se viu a seguir foi uma cena de brutalidade, onde Marcelo foi cercado e espancado. Ele caiu no chão e ficou inconsciente, enquanto os agressores fugiram levando seu celular e outros pertences não especificados.

A Polícia Civil de São Paulo já está investigando o caso, que foi registrado no Centro de Polícia Judiciária de Santos. A Secretaria de Segurança Pública afirmou que está apurando as circunstâncias da agressão e tentando identificar os responsáveis. “A dinâmica dos fatos e a motivação do crime são pontos que estamos analisando”, informou a secretaria.

Os amigos de Marcelo, preocupados com sua ausência, começaram a procurá-lo e acabaram encontrando-o desacordado em uma esquina da Avenida Conselheiro Nébias com a Rua Henrique Ablas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e o levou para a Santa Casa de Santos, onde recebeu os primeiros cuidados antes de ser transferido para a capital paulista.

A Banda Esquerdantina, por meio de nota, expressou indignação e solidariedade à família de Marcelo, exigindo uma apuração rápida e efetiva do ocorrido. O grupo também fez um alerta sobre a homofobia, enfatizando a necessidade de combater a violência e o ódio que ainda permeiam a sociedade. “Todos nós corremos riscos ao naturalizar e proteger esse tipo de comportamento”, destacou a nota.