Hoje, o Theatro Municipal de São Paulo se transforma em um espaço de homenagem e despedida para o cantor e compositor Benito di Paula, que faleceu no último domingo (18), aos 84 anos, após lutar contra complicações de um câncer de próstata. A cerimônia aberta ao público ocorre das 9h às 15h, e o sepultamento está marcado para as 17h no Cemitério do Morumby, na Zona Sul da capital.
Natural de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, Benito, que nasceu Uday Velloso em 1941, fez história na música brasileira a partir da década de 1970, quando seu estilo inovador de samba conquistou corações e ouvidos em todo o país. Entre os sucessos que marcaram sua trajetória estão clássicos como “Retalhos de Cetim” e “Charlie Brown”, que o tornaram um dos grandes ícones da música popular.
Os filhos do artista, Thiago Benito e Rodrigo Vellozo, estão presentes no velório, ao lado de amigos e admiradores. Músicos como Thiago França e Rômulo Fróes também se uniram a essa despedida. A escola de samba Águia de Ouro, na qual Benito teve uma ligação especial, enviou representantes para prestar suas últimas homenagens, destacando a importância do cantor no cenário cultural da cidade.
A relação de Benito com São Paulo foi intensa e afetiva, tendo vivido em vários bairros da cidade ao longo de sua carreira. No auge de seu sucesso, ele se estabeleceu no Sumaré e, posteriormente, no Morumbi, onde passou anos e construiu memórias que o marcaram profundamente.
Em um dia de emoção e lembranças, fãs e familiares se reúnem para celebrar a vida de Benito di Paula, um artista que deixou um legado duradouro na música brasileira e que será sempre lembrado por sua contribuição à cultura nacional.



